Você já parou para pensar em como as emoções e o comportamento humano influenciam as decisões financeiras? Como destaca Marcelo Carvalho Cordeiro, muitos acreditam que investir é apenas uma questão de analisar números e tendências do mercado, mas a realidade é bem diferente. A Economia Comportamental estuda como fatores psicológicos e sociais afetam as escolhas financeiras, muitas vezes levando investidores a erros ou oportunidades.
Veja aqui mesmo como os vieses cognitivos impactam os investimentos e como os grandes investidores utilizam esse conhecimento a seu favor.
Por que tomamos decisões financeiras irracionais?
Mesmo com acesso a informações e análises detalhadas, os investidores muitas vezes tomam decisões que não fazem sentido racionalmente. Isso acontece porque nossa mente é influenciada por vieses cognitivos, como o excesso de confiança, que leva as pessoas a superestimarem sua capacidade de prever o mercado. Outro exemplo é o efeito manada, no qual os investidores seguem as decisões da maioria sem uma análise criteriosa, muitas vezes entrando em bolhas especulativas que resultam em grandes perdas.
O viés de ancoragem faz com que as pessoas se apeguem a informações iniciais, como o preço de uma ação no passado, e tomem decisões com base nisso, ignorando fatores mais relevantes. Como menciona o conhecedor Marcelo Carvalho Cordeiro, essas distorções cognitivas demonstram que, em muitos casos, o emocional pesa mais do que a lógica na hora de investir. Para evitar essas armadilhas, é essencial desenvolver uma mentalidade disciplinada e estratégias baseadas em análises racionais.

Como as emoções influenciam o desempenho dos investidores?
Conforme apresenta Marcelo Carvalho Cordeiro, especialista do mercado financeiro, o medo e a ganância são duas das emoções mais poderosas que afetam o comportamento dos investidores. Em momentos de crise, o pânico pode levar a vendas precipitadas de ativos, resultando em prejuízos desnecessários. Por outro lado, a euforia em mercados em alta faz com que muitos investidores comprem ativos a preços inflacionados, sem considerar os riscos.
A aversão à perda também é um fator relevante, pois as pessoas sentem mais a dor de uma perda do que a satisfação de um ganho equivalente. Isso faz com que investidores relutem em vender ativos em queda, esperando que eles se recuperem, mesmo quando a melhor decisão seria cortá-los antes de maiores prejuízos. Entender e controlar essas emoções é essencial para investir com mais segurança e evitar decisões impulsivas que possam comprometer seus resultados financeiros.
O que os investidores de sucesso fazem de diferente?
Investidores experientes sabem que o controle emocional e a disciplina são tão importantes quanto o conhecimento técnico. Em vez de reagirem impulsivamente às oscilações do mercado, eles seguem estratégias bem definidas, baseadas em metas de longo prazo e diversificação de ativos. Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo, destaca a importância de manter a calma em períodos de volatilidade e evitar decisões movidas pelo pânico ou pela ganância.
Outro diferencial dos investidores de sucesso é a capacidade de aprender com os erros e ajustar suas estratégias conforme necessário. Eles evitam armadilhas comportamentais, como o excesso de confiança, e buscam informações de fontes confiáveis antes de tomar decisões. Segundo Marcelo Carvalho Cordeiro, utilizam ferramentas como a automação de investimentos para reduzir o impacto das emoções e manter a disciplina na alocação de recursos.
Conclui-se assim que a Economia Comportamental mostra que investir não é apenas uma questão de números, mas também de psicologia e comportamento. Compreender os vieses cognitivos e o impacto das emoções pode ajudar investidores a tomarem decisões mais racionais e estratégicas. Para Marcelo Carvalho Cordeiro, os investidores de sucesso não são aqueles que nunca erram, mas sim aqueles que aprendem a controlar suas emoções e a manter a disciplina.
Os influenciadores digitais estão entre os fenômenos da comunicação na Internet. Advindos de uma cultura marcada pela apropriação da rede e, mais especificamente, das Redes Sociais Digitais (RDS) que, possibilitam novas configurações de sociabilidade entre os atores alterando até mesmo as noções de tempo e espaço. Segundo Marcelo Carvalho Cordeiro, conselheiro da empresa Cely, as formas de comunicar da atualidade são potencializadas pelo maior ao acesso à Internet e a dispositivos móveis, por exemplo. Neste espaço, pessoas consideradas comuns tornam-se criadores de conteúdo, ganhando popularidade, numa dinâmica próxima à de celebridade. Os influenciadores digitais estão presentes em plataformas como Facebook, Instagram, Twitter, YouTube etc.
Autor: monny steven
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital